Vejo morte onde não há mais vida,
Vejo ar onde não há mais gás,
Vejo noite onde não há mais dia,
Vejo branco onde não há mais preto,
Vejo estrelas onde não há mais céu.
Vejo o tempo que passa,
O passado que acaba,
O presente que desgasta,
O futuro que afaga.
E eu aqui sentada
No meio do nada,
Há intuito de uma bala
Que me aponte uma ala
A que devo seguir.
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