Na barra da saia rodada,
Encorpada
pelas alvas anáguas,
É onde carrego
a alma espreitada
Sobressalta
no meu coração.
Aquele
amargo que vai descendo a garganta,
Simulando o
azedume digerido numa despedida,
Embora se
transforme em soda cáustica sedenta no estômago,
Finaliza com
um gole de receio acompanhado por um “Quero mais”.
E no leito
da noite que hora se faz sol
Toma a lua a responsabilidade de ser guia desse imenso furacão.
E no meio
dessa semi-escuridão
Quem não se
lambuza com o medo dessa vastidão?
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