As vezes fugimos de nossas dores,
Mascaramos nossos calos que tanto incomoda,
Escondemos as feridas debaixo dos largos sorrisos
E colocamos debaixo do tapete as poeiras negativas
Impregnadas em nossos olhos no dia-dia.
Mas é a noite, quando o corpo se deita;
A adrenalina contida relaxa;
Serotonina e noradrenalina trabalhadas não mais são energizadas,
Que somos despidas e sufocadas pelos vestígios do que camuflara.
Mascaramos nossos calos que tanto incomoda,
Escondemos as feridas debaixo dos largos sorrisos
E colocamos debaixo do tapete as poeiras negativas
Impregnadas em nossos olhos no dia-dia.
Mas é a noite, quando o corpo se deita;
A adrenalina contida relaxa;
Serotonina e noradrenalina trabalhadas não mais são energizadas,
Que somos despidas e sufocadas pelos vestígios do que camuflara.
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