Um arrepio,
Uma lágrima,
Meu peito em salto,
Um grito engasgado.
A intolerância, a incompreensão percorre no meu sangue
Um incomodo que me nauseia!
Quero vomitar!
Eu quero vomitar a dor que sinto ao ver aquele relato,
A angustia que me passa ao imaginar o temor,
O desespero daquela garotinha de ser ela própria.
Há vontade de esbravejar ao mundo o sentido de ser humano,
E fazê-los engolir o conceito de diversidade
Apoiando-me na beleza que está em ser a diferença
Percebendo a igualdade na essência, no sentido, no sentir!
Ressalto que no seu sangue(sendo você brasileiro) guarda um povo de luta
Expresso no seu cabelo, na sua boca, no seu olho, na sua cor, no seu corpo, na sua genética.
A sua história de perseguição.
Sua ancestralidade ainda vive em guerra,
E luta...
Luta pelos seus, pela sua liberdade, qual nunca libertara,
Pelo seu reconhecimento, nunca dado como merecido,
Pelo respeito que não deveria ser solícito apenas como direito, mas como condição.
Os garotos que estraçalharam a auto imagem daquela criança não estavam sozinhos,
Não estão sozinhos!
Estão acompanhados do sistema opressor,
Da sociedade que se cala e consente implícita ou explicitamente,
Da cadeia de padronizações (não)ideal,
Dos pais que não lhe foram exemplados,
Chega dessas amarras,
Chega dessas mutilações,
Mais multiplicidade, compreensão e percepção.
Somos fruto da miscigenação!
Uma lágrima,
Meu peito em salto,
Um grito engasgado.
A intolerância, a incompreensão percorre no meu sangue
Um incomodo que me nauseia!
Quero vomitar!
Eu quero vomitar a dor que sinto ao ver aquele relato,
A angustia que me passa ao imaginar o temor,
O desespero daquela garotinha de ser ela própria.
Há vontade de esbravejar ao mundo o sentido de ser humano,
E fazê-los engolir o conceito de diversidade
Apoiando-me na beleza que está em ser a diferença
Percebendo a igualdade na essência, no sentido, no sentir!
Ressalto que no seu sangue(sendo você brasileiro) guarda um povo de luta
Expresso no seu cabelo, na sua boca, no seu olho, na sua cor, no seu corpo, na sua genética.
A sua história de perseguição.
Sua ancestralidade ainda vive em guerra,
E luta...
Luta pelos seus, pela sua liberdade, qual nunca libertara,
Pelo seu reconhecimento, nunca dado como merecido,
Pelo respeito que não deveria ser solícito apenas como direito, mas como condição.
Os garotos que estraçalharam a auto imagem daquela criança não estavam sozinhos,
Não estão sozinhos!
Estão acompanhados do sistema opressor,
Da sociedade que se cala e consente implícita ou explicitamente,
Da cadeia de padronizações (não)ideal,
Dos pais que não lhe foram exemplados,
Chega dessas amarras,
Chega dessas mutilações,
Mais multiplicidade, compreensão e percepção.
Somos fruto da miscigenação!
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