Hoje eu bebi um gole de saudade,
E como navalha amolada rasgou-me o fonador,
Atravessou o ritmo do meu tambor,
Deixando imóvel, entalava.
Era sangue que chorava,
De boas lembranças gargalhava,
A voz que ressoava na memória
Era teu nome que gritava.
Queria eu não ter que te esconder do meu desejo
Nem ter que negar o meu anseio ao não te ter aqui,
Tão pouco partir em desespero
Do mal que te gostar poderia me servir.
Vim sondando a aposta,
Na loteria que premiava sua volta,
E a chance desperdiçada por te negar em mim;
Isentado o sentimento incumbido a ti.
Mas ainda sonho a fantasia
De, quem sabe um dia,
Esse terremoto se acalmar
E possamos nos abraçar até a saudade se esvair.
E como navalha amolada rasgou-me o fonador,
Atravessou o ritmo do meu tambor,
Deixando imóvel, entalava.
Era sangue que chorava,
De boas lembranças gargalhava,
A voz que ressoava na memória
Era teu nome que gritava.
Queria eu não ter que te esconder do meu desejo
Nem ter que negar o meu anseio ao não te ter aqui,
Tão pouco partir em desespero
Do mal que te gostar poderia me servir.
Vim sondando a aposta,
Na loteria que premiava sua volta,
E a chance desperdiçada por te negar em mim;
Isentado o sentimento incumbido a ti.
Mas ainda sonho a fantasia
De, quem sabe um dia,
Esse terremoto se acalmar
E possamos nos abraçar até a saudade se esvair.
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